quinta-feira, 22 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

domingo, 18 de junho de 2017

sábado, 17 de junho de 2017

sexta-feira, 16 de junho de 2017

VAI UM MERGULHO ?




VERÃO


QUANDO O CALOR APERTA E A LAMA É MUITA...







quinta-feira, 15 de junho de 2017

quarta-feira, 14 de junho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

domingo, 11 de junho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

terça-feira, 6 de junho de 2017

domingo, 4 de junho de 2017

sábado, 3 de junho de 2017

quarta-feira, 31 de maio de 2017

terça-feira, 30 de maio de 2017

segunda-feira, 29 de maio de 2017

sábado, 27 de maio de 2017

sexta-feira, 26 de maio de 2017

quinta-feira, 25 de maio de 2017

quarta-feira, 24 de maio de 2017

terça-feira, 23 de maio de 2017

PINTURA DE ALBERTO PÉSSIMO



Primeiro estranha-se, depois entranha-se.
 
 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

IGREJA DOS CLÉRIGOS


Capela-mor. Obra de Nicolau Nasoni, confeccionada com mármores de quatro cores.


domingo, 21 de maio de 2017

sábado, 20 de maio de 2017

ARTE EM MATOSINHOS



ALBERTO PÉSSIMO EXPÕE "FOGO NO PAIOL" EM MATOSINHOS
20 maio - 17 junho - 2017

"Alberto Péssimo é reconhecidamente um dos grandes pintores portugueses da sua geração, pelo que a sua presença na Galeria Municipal de Matosinhos não é senão a coisa mais natural do mundo ..."
Fernando Rocha, vice-presidente e vereador da Cultura da Câmara Municipal de Matosinhos




CARAVELA DA REPÚBLICA ESLOVACA

Aportou por algumas horas na Douro-Marina



sexta-feira, 19 de maio de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

quarta-feira, 17 de maio de 2017

AO VENTO



"O vento passa a rir, torna a passar,
Em gargalhadas ásperas de demente;
E esta minh’alma trágica e doente
Não sabe se há-de rir, se há-de chorar!..."

Florbela Espanca 

 

terça-feira, 16 de maio de 2017

segunda-feira, 15 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

sábado, 13 de maio de 2017

E QUANDO A MÃE NATUREZA QUER...



Minúsculos Fungos num velho tronco.
 

FÁTIMA 2


Linda, a senhora vestida de branco.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

FÁTIMA 1


Gosto muito do Papa Francisco! O contrário é que seria difícil.
Deste Cristo... aprendi a gostar.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

ANTÓNIO O «ERMITÃO»


(continuação)

Nunca esquecerei o maravilhoso eco que chegava aos nossos ouvidos depois de burilado pelo granito das montanhas. Foram largos os minutos que nós três chamamos pelo António, mas nada. Íamos deambulando pelo maravilhoso tapete verde cercado de montanhas que a natureza tinha colocado ao nosso dispor.
Já pensávamos que tudo tinha sido em vão, que o António desta vez andaria por outras paragens, mas de repente vislumbramos um ponto minúsculo, mas que ainda assim, nos parecia um ser humano de pé no ponto mais alto de um dos Cântaros. É ele disse o José. Caminhando na sua direcção eu ia gritando, António, sou eu, lembra-se de mim? Viemos do Porto para o ver e falarmos consigo, desça daí por favor, desça António. Passado algum tempo, a figura minúscula do pastor fez-nos a vontade, começando ainda que lentamente, a descer a montanha com as suas cabras até chegar junto de nós. Apesar da presença do irmão, António falou connosco a contragosto, continuava a caminhar ao mesmo tempo que ia chamando por uma ou outra cabra tresmalhada e dava orientações ao seu cão de companhia. Arriscamos uma pergunta; o que come o seu cão? O mesmo que eu! Mas também já se habituou a pastar junto com as cabras. O José para ajudar sempre foi dizendo, eu, ou o pai, de vez em quando subimos cá acima e trazemos-lhe broa feita lá em casa e algum queijo feito por nós também. Sabe, ele não quer ir a casa, diz que é aqui que se sente bem, e continuou: de noite faz muito frio, mas há aqui pedras onde ele se abriga mais as cabras, dorme no meio delas. De repente o António estende-se no chão e bebe um pouco de água que encontra junto a uma rocha. A água tem aspecto pouco limpo, mas para o António isso não teve importância. À medida que o fotografava ia reparando que hábitos de higiene era algo esquecido há muito, não admirando por isso as pequenas feridas que se viam no rosto e nas mãos. Lembro-me de lhe ter perguntado se sabia quem eram o Presidente da República ou Primeiro Ministro de Portugal, mas a resposta foi NÃO. Passado algum tempo o António agarrou uma das cabras por um pata traseira (foto) e, aninhado bebeu directamente das tetas da cabra. Pude reparar que, pelo canto de uma das sacas já rota, espreitava um pedaço de broa carregado de bolor. Ainda consegui dizer-lhe que não entendia como um jovem com menos de trinta anos,virava costas à civilização, preferindo viver no monte com os animais não aproveitando para viver a juventude como qualquer outro. Respondeu-me com um encolher de ombros. Ganhei coragem e perguntei: aqui sozinho, como resolve no que respeita à sexualidade? Aí, o olhar com que me fitou desencorajou-me de voltar a perguntar o que quer que fosse. (obteríamos mais tarde, por interposta pessoa, a resposta a esta pertinente questão). Despedimo-nos do António e do seu mundo lá nos Cântaros e iniciámos a descida com o José sempre a recomendar-nos que não olhássemos para baixo para evitar as tonturas. Não foi fácil, mas lá conseguimos chegar até ao ponto de onde havíamos partido, olhando apenas para o sítio onde íamos pondo os pés.
 
(fim)




terça-feira, 9 de maio de 2017

ANTÓNIO O «ERMITÃO»


(continuação)

 Alguns anos depois, já a trabalhar na "NOTÍCIAS MAGAZINE", soube pelo irmão José que a situação se mantinha inalterável.
Disse-lhe que achava esta história fabulosa e que era do interesse da Revista conseguirmos uma Reportagem sobre o PASTOR EREMITA na Região do Cântaros, pedindo e obtendo para tal "empreitada" a sua preciosa ajuda. Chegado o dia e hora combinada lá estávamos os três (eu, o jornalista Eugénio Pinto e o pastor José no Covão da Ametade, por onde entramos, rumo aos Cântaros. A subida foi difícil para mim, não só pelos meus cinquenta e quatro anos na altura, mas porque estava ainda convalescente de uma perigosa enfermidade; não conseguia por isso, levar o saco do equipamento comigo, mas logo o amigo José se ofereceu para tal. Foi um regalo ver a facilidade com que um pastor habituado à Serra, galgava tão inóspita e difícil subida, avisando-nos para que não olhássemos para baixo e dando-me muitas vezes a mão, temendo que eu caísse. Até que por fim chegamos ao fantástico cenário composto pelos Cântaros Gordo, Magro e Raso. O António não sabida do nosso plano, não estava por isso à nossa espera, nem preparado para rejeitar/dificultar a nossa visita. Foi maravilhoso chamarmos por ele e termos como resposta o fantástico eco das nossas vozes.
 
«continua»



5ª TERTÚLIA A 02 DE JULHO

5ª TERTÚLIA A 02 DE JULHO
COM A ARTE NO OLHAR