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A 9 de Maio, o Batalhão comemorou o primeiro aniversário da sua chegada a Angola.
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A MEIO DA MÁQUINA ZERO - UMA BRINCADEIRA COM O CADAVAL
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Rezam os meus escritos que houve festa rija e que, ao almoço, os oficiais degustaram – imaginem! – lagosta e leitão assado. Para os sargentos houve churrasco à brasileira, enquanto nós nos deliciámos com o belo bacalhau cozido com batatas e hortaliça. Um menu destes em cenário de guerra pode parecer algo irreal, mas aconteceu em Cuimba com o Batalhão de Caçadores 670.
Falta dizer que o álcool corria à vontade, e que, no fim do repasto, metade do pessoal estava bêbedo...
Terá sido para nós uma sorte os “turras” não terem descido a serra.
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Atingidos os 13 meses de isolamento, com a sanidade mental dos militares a entrar perigosamente no vermelho, chegou finalmente a notícia que mais ambicionavam. Os seus substitutos já estavam em Luanda! Era por isso uma questão de dias.
Os substitutos eram os homens do Batalhão de Cavalaria 782, constituído maioritariamente por alentejanos e algarvios.
Muito bom o texto e as fotos também!
ResponderEliminarUm grande beijo e uma linda noite meu amigo!
Obrigado SERENA pela visita
ResponderEliminarBeijinho
G.J.
Oh Gaspar os militares do Bat. Cav. 782 não era na maioria alentejanos e algarvios pelo contrario esses eram em minoria. Eu fui para a Buela como Fur. Mil. Mecânico. Um abraço
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